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Os ataques atômicos a Hiroshima e Nagasaki, que completam 80 anos em 2025, continuam a ser cobrados com nas provas de vestibular. As questões tratam do episódio sob diferentes perspectivas, que vão da ética ao impacto ambiental, passando pela corrida armamentista iniciada no pós-guerra.
Nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram duas bombas nucleares sobre o Japão, matando mais de 200 mil pessoas. Foi a única vez em que esse tipo de armamento foi usado em combate e o episódio marcou o fim da Segunda Guerra Mundial e o início da era nuclear.
O uso das bombas abriu caminho para décadas de tensão global. A ameaça da destruição mútua levou à criação de tratados para conter a proliferação de armas atômicas, mas o risco permanece. Analistas apontam que o cenário atual é o mais instável desde a Guerra Fria.
As provas costumam cobrar o contexto histórico dos bombardeios, os efeitos da radiação, os princípios da fissão nuclear e as implicações políticas e sociais do uso da bomba. Também são comuns questões sobre a política externa do pós-guerra e os acordos internacionais de não proliferação.
Neste ano, a cerimônia em Hiroshima reuniu representantes de mais de cem países e reforçou o apelo pela eliminação das armas nucleares. O tema segue atual e pode aparecer nas provas com abordagens interdisciplinares que exigem conhecimento em ciências, história e geopolítica.
A seguir, a Folha selecionou três questões que abordam o tema em exames anteriores.
(Adaptado de Sidnei J. Munhoz, “O pior dos fins”. Revista de História da Biblioteca Nacional, maio 2015. Disponível em Acessado em 23/08/2016.)
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Fonte: Folha
