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Caros(as) colaboradores(as):
Então… Aqui é o seu CEO. Acabo de receber do Conselho Administrativo um briefing preocupante, dando conta de que o cenário internacional apocalíptico estará impactando negativamente este ano a saúde mental do capital humano e a produtividade da nossa amada empresa.
A questão foge do escopo da empresabilidade. O cenário externo, além de ser atravessado por vetores disruptivos em todas as direções, tem como player principal –aka homem mais poderoso do planeta– um demente cercado de covardes.
A confusão é tão grande que os experts ainda não chegaram a um acordo nem mesmo sobre o modo de chamar esse cenário, embora aos poucos esteja se impondo a palavra “bundalelê”.
A avaliação 360 graus a que vocês foram submetidos mês passado revelou que medos ancestrais estarão sendo desbloqueados 24/7 ao longo da jornada. Seria possível elencar aqui um número infinito desses temores, terrores e cagaços, mas o espaço é curto para tanta infinitude.
Sendo assim, enquanto seu líder meritocrático e cheio de empatia, mal terminei de ler o briefing e me dispus ASAP a endereçar esse problemão pervasivo, disponibilizando a todas e todos um guia simplificado para melhor navegar esses tempos críticos.
Em primeiro lugar, saibam que, como ocorre em todo momento de crise, o cenário atual da vida na Terra é crivado de perigos formidandos, mas também de oportunidades titilantes.
(Essas palavras esquisitas, “formidandos” e “titilantes”, são coisa da IA, que, como ninguém ignora, possui muito mais inteligência do que nós, humanos, e quem sou eu para discordar. Perguntem ao Gemini do que elas se tratam [sic].)
O ponto fulcral –menos, Chat!– é jamais perder o foco em resultados, queridas(os) colaboradoras(es). Jamais! Resiliência é o nome do jogo, e digo mais, a mãe de todas as virtudes. Convém lembrar que o fim do mundo possui múltiplas camadas, e só na última é que tudo acaba, quer dizer, finaliza mesmo.
Até lá, apesar de todo o seu branding e todo o seu marketing de fumaça e enxofre (IA , claro), é inútil esperar que o fim do mundo entregue apocalipse. Só quem tiver mindset vencedor estará de pé no fim do dia para vivenciar o outcome final dessa desgraceira. Ou, se não de pé, pelo menos consciente.
Bilhões de dólares ou yuans –mais provavelmente estes, mas isso permanece incerto– estarão aguardando na linha de chegada os(as) guerreiros(as) legendários(as) capazes de sobreviver, atravessando feito flechas todas as etapas do jogo, como num reality show da vida real.
Não me perguntem o que restará então para ser comprado com essa fortuna, entre as ruínas e as cinzas radioativas do mercado. Perguntas erradas geram respostas erradas.
Este momento da humanidade não é sobre quem estará ficando bilionário, e sim sobre quem estará tendo a capacidade de, com visão sistêmica, proativa e intraempreendedora, pensar fora da caixa de Pandora (ao Gemini de novo!).
Layoffs e demissões em massa não estão descartados, mas este comunicado é sobre positividade.
Ao trabalho!
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Fonte: Folha
