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O Ranking Universitário Folha (RUF) chega a sua 11ª edição e classifica mais de 2.200 instituições de ensino superior, entre universidades, centros universitários e faculdades.
Foram avaliadas 204 universidades brasileiras, públicas e privadas, além das 40 carreiras com maior número de ingressantes no país.
A partir desta edição, a Folha estabelece parceria com a Elsevier, empresa líder global em informação e apoio à decisão para ciência e saúde, que passa a fornecer parte dos dados utilizados pelo RUF.
Os dados da base Scopus, da Elsevier, são utilizados nos principais rankings universitários internacionais, como o THE (Times Higher Education), o QS (Quacquarelli Symonds) e o U.S. News & World Report.
Além dos dados fornecidos pela Elsevier, os que compõem os indicadores do RUF são levantados diretamente pela Folha em bases nacionais de periódicos científicos, de patentes (Inpi – Instituto Nacional da Propriedade Industrial), do Inep-MEC (Censo da Educação Superior e Enade, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e de agências estaduais e federais de fomento à ciência.
O processamento e a análise das informações ficam a cargo do DeltaFolha, núcleo de jornalismo de dados da Folha.
O RUF avalia as universidades a partir de cinco indicadores, que somam 100 pontos: pesquisa científica (42 pontos), internacionalização (4), inovação (4), qualidade do ensino (32) e avaliação do mercado de trabalho (18 pontos).
Ao todo, são 18 componentes, e a instituição mais bem classificada é a que obtém a maior pontuação. Entre eles estão duas pesquisas nacionais de opinião realizadas pelo Datafolha, com empregadores e professores especialistas, que apontam as três melhores instituições nas áreas em que atuam.
O RUF 2025 traz novidades metodológicas no ranking de universidades, com a inclusão de indicadores em pesquisa e internacionalização.
Em pesquisa científica, entra um novo indicador, que mede o impacto dos artigos científicos, contabilizando a quantidade de citações ponderada por área do conhecimento.
A métrica, conhecida internacionalmente pela sigla FWCI (Field Weighted Citation Impact), considera o número de citações recebidas, em média, por cada publicação de uma instituição, ponderando o valor para considerar as diferenças entre áreas do conhecimento, já que cada campo de pesquisa adota práticas distintas em relação às citações.
O valor final da métrica é expresso em relação à média mundial, que, portanto, equivale a 1.
No indicador que mede a internacionalização, além dos dados sobre colaboração internacional nas pesquisas científicas, passa-se a considerar também a proporção de professores estrangeiros em relação ao total do corpo docente das universidades brasileiras.
A métrica amplia o alcance da avaliação de internacionalização, de modo que não se concentre apenas na dimensão da pesquisa, valorizando a capacidade da instituição de atrair professores de outros países.
O ranking de cursos também foi atualizado e agora conta com um novo componente, no indicador de ensino, que mede o percentual de permanência dos alunos no ano seguinte ao ingresso no curso. Com a inclusão deste componente, o indicador de ensino passou a valer 70 pontos, e o de mercado, 30 pontos.
As modificações na metodologia do RUF estão alinhadas com a literatura nacional e internacional sobre avaliação de ensino superior, com os principais rankings internacionais de universidades e com especialistas na área.
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Fonte: Folha
